Fórum de Cultura da Chapada Diamantina

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Conferência de Cultura 2023 - EIXO 6: Direito às Artes e às Linguagens Digitais

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(@andrerhomero)
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Conferência de Cultura 2023 - EIXO 6: Direito às Artes e às Linguagens Digitais + Direito às Linguagens, Meios Artísticos e Digitais (Secult-BA)


   
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(@andrerhomero)
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Entrou: 2 anos atrás
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Criação de espaços de diálogo, reflexão e construção coletiva acerca do papel das
artes em sua diversidade de fazeres, territórios e agentes, e do acesso às linguagens
artísticas e digitais no fortalecimento da democracia, na contemporaneidade,
incluindo também o debate sobre o papel do Estado brasileiro e seus entes
federados na construção de políticas públicas para o desenvolvimento das redes
produtivas dos setores das artes no Brasil.


   
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(@andrerhomero)
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Entrou: 2 anos atrás
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Pensar a arte como forma de manifestação do simbólico, como uma ação humana vinculada
essencialmente ao cenário cultural, é perceber que é possível vislumbrá-la por meio de múltiplas
linguagens e pelo diálogo transversal entre suas inúmeras expressões. A valorização do fazer artístico
não é a única preocupação de políticas culturais, mas pode, e deve, ter um lugar importante no debate
geral, proporcionando a ênfase ao estético e ao simbólico dentro do direito à Cultura.

É mais do que relevante observar as novas necessidades e dinâmicas de produção e de garantia de
circulação e fruição das múltiplas linguagens artísticas no país, inclusive levando em consideração as
particularidades setoriais e regionais. Observar essa diversidade de cenários e assimetrias é também
olhar para as necessidades do artista-cidadão, da construção de garantias e normatizações que
garantam direitos (inclusive trabalhistas) aos artistas.

A interseção entre arte e tecnologias digitais não é nova, há muito já proporciona inovações na estrutura
de criação. Contudo, é especialmente importante avaliar o impacto do desenvolvimento tecnológico
no fomento à produção, na circulação de produções, na valorização do trabalhador-artista, na
preservação da memória das artes e na relação com os públicos na sociedade contemporânea. Afinal,
há que se considerar a potencialidade de ampliação do acesso por meio de novas tecnologias, mas
que convivem com a assimetria de inclusão digital em nosso país, ou com a entrada de novos agentes
e plataformas nos circuitos de produção cultural locais; questões que geram maior concentração
econômica e reforçam desequilíbrios.

Ainda sobre este tema, é especialmente potente debater o vínculo entre arte, cultura e educação,
valorizando o ensino formal das artes na educação básica, profissional e superior, assim como as
ações educativas não-formais. Trata-se do estímulo à criatividade, à expressão, ao pensamento crítico
e à ampliação do repertório cultural da população brasileira, especialmente de crianças e jovens.

Dessa forma, este eixo trata do fortalecimento do papel do Estado brasileiro e de seus entes
federativos na construção de políticas públicas para a garantia do direito às artes e às linguagens
digitais. É responsabilidade do Estado, com participação da sociedade, promover o desenvolvimento
de suas redes produtivas de forma contínua e equilibrada entre a produção, a circulação e a fruição,
envolvendo artistas, grupos, coletivos artísticos, espaços culturais e públicos.


   
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(@andrerhomero)
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Entrou: 2 anos atrás
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Iniciando o debate!

Conceitos sugeridos: Direito às Artes; Linguagens Digitais; Redes Produtivas das Artes; Formação Artística; Democratização do Acesso; Públicos; Marcos Legais; Trabalhadores das Artes; Acessibilidade Cultural.

Perguntas geradoras:

Como podemos criar espaços de diálogo de desenvolvimento das redes produtivas das artes na ampliação da produção, difusão e fruição das linguagens artísticas em sua diversidade de fazeres, territórios e agentes?

Como garantir o desenvolvimento das redes produtivas digitais das artes no caminho da contínua evolução e ampliação do acesso às linguagens artísticas em sua diversidade de fazeres, territórios e agentes?


   
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(@liliane-teles-da-silva)
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Entrou: 7 meses atrás
Posts: 2
 

I-Garantir e assegurar a implementação de políticas públicas com financiamento para construção de acervos físicos e digitais voltados para o resgates históricos dos fazedores de cultura, bem como restaurar e manter fachadas e prédios antigos considerados como patrimonial local/cultural e arquitetônico. (No âmbito municipal, estadual e federal);

 

 

II- Fortalecer o forum popular de cultura na plataforma rede/cultura viva da Chapada Diamantina, como espaço para debates e propostas das políticas públicas municipais de cultura, através de ações de divulgação e capacitação dos fazedores de cultura de Ibicoara. (No âmbito municipal, estadual e federal);

 

III- Apoio finaceiro para áudio/visual das manifestações de fazedores de cultura do município, para criação de um catálagoimpresso e uma versão virtual na plataforma rede cultura viva de Ibicoara.

 


   
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